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Início das atividades 2017/1

  • ppgasufg
  • 7 de abr. de 2017
  • 1 min de leitura


"Em seu texto sobre o julgamento do caso Mashpee [distrito de Cape Cod, estado de Massachusetts], James Clifford mostrou que um relato histórico convence um júri muito melhor do que uma discussão de conceitos antropológicos sobre identidade étnica. Não se vence uma causa questionando o senso comum. Foi provavelmente isso o que Marilyn Strathern quis dizer quando afirmou, a propósito do feminismo, que as políticas radicais são conceitualmente conservadoras." (Carneiro da Cunha, 2009, p. 327).



Em que sentido as políticas radicais são conceitualmente conservadoras? De outro lado, as teorias acadêmicas são politicamente conservadoras?


Ou a Antropologia é política ou não é nada?


A partir desse excerto e dessas interrogações provocativas começamos as discussões desse semestre que vão relacionar Políticas-Teorias-Etnografias através de reuniões internas e eventos públicos.

 
 
 

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